sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Jane Kenyon

A camisa



A camisa toca o seu pescoço
e alisa-se ao longo das suas costas;
desliza-lhe pelos flancos
e desce mesmo para além do seu cinto -
para dentro das suas calças.
Afortunada camisa.



(Versão minha a partir do original e da tradução espanhola de Hilario Barrero reproduzidos em De otra manera, Pre-Textos, Valencia, 2007, pp. 46-47).

2 comentários:

Arcipreste de Bruklin disse...

Gracias por la espléndida tradución del poema de Kenyon.
Un saludo cordial.
H Barrero

Lp disse...

muito obrigado pela sua simpatia e pelas suas palavras.