Mostrar mensagens com a etiqueta Liu Chaichun. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liu Chaichun. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Liu Chaichun (Século IX)

Esperando o regresso do meu marido
- Segundo a melodia "Luohongqu" - V



O dia de hoje substitui o de ontem
e o presente ano o que já é passado.
O rio Amarelo, que dizem ser sempre turvo,
um dia será claro.
Mas nunca voltarão a ser negros
os meus cabelos já brancos.



(Versão minha a partir da tradução castelhana de Guojian Chen reproduzida na Antología de poetas prostitutas chinas (Siglo V - Siglo XXI), Visor, Madrid, 2010, p. 74).

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Liu Chaichun (Século IX)

Esperando o regresso do meu marido
- Segundo a melodia "Luohongqu"



Naquele ano, quando nos despedimos,
disseste-me que ias a Tong Lu.
Mas lá ninguém te encontra.
Hoje recebi uma carta
que me enviaste de Cantão,
cidade muito mais distante.



(Versão minha a partir da tradução castelhana de Guojian Chen reproduzida na Antología de poetas prostitutas chinas (Siglo V - Siglo XXI), Visor, Madrid, 2010, p. 70).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Liu Chaichun (Século IX)

Esperando o regresso do meu marido
- Segundo a melodia "Luohongqu" -

III



Não te cases com um mercador:
terás de vender as tuas jóias
para pagar a adivinhos.
No rio, todas as manhãs,
olhas os barcos que chegam.
Crês ver o teu marido uma e outra vez.
Mas uma e outra vez acabas decepcionada.



(Versão minha a partir da tradução castelhana (?) de Guojian Chen reproduzida em Antología de poetas prostitutas chinas (Siglo V - Siglo XXI), Visor, Madrid, 2010, p. 70).