Voltaste a deixar
as minhas malas à porta
como um conselho subtil
de um bom amigo.
Sinceramente,
preferia ver voar
os jarros chineses da tua mãe.
Sempre odiei a subtileza
e tu sabe-lo.
Não sejas tonta.
No fim de contas
se eu me for
quem é que te trará insegurança.
(Versão minha; poema incluído em Efectos secundários - antologia poética, Anaya, Madrid, 2ª edição, 2008, p. 12).
4 comentários:
adoro o tom insolente desse poema. comigo voavam já jarras chinesas.
;-)
mudanças?! eu gostava tanto do skater... (mas assim tb está bem)
já estava a precisar de descansar depois de três anos a rolar pelo empedrado...
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