quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Göran Palm

Quando a tormenta...



Quando a tormenta derrubou as árvores
altas e, ao que parece, sãs,
a erva voltou a erguer-se do chão

como se nada tivesse acontecido.



(versão minha a partir da tradução castelhana de Francisco J. Uriz reproduzida em Afinidades afectivas - antologia de la poesia nórdica, prólogo e selecção do tradutor, Libros del Innombrable, Saragoça, 2002, p. 14).

2 comentários:

CristinaGS disse...

...assim como quem sacode a poeira das mãos depois de um estatelanço. Resistência precisa-se. :)

Luiza M. Nogueira disse...

A natureza é forte, o coração também renasce. Linda tradução!

Beijos