Sou um barco
sem vento.
Tu eras o vento.
Era esse o rumo que eu devia seguir?
A quem importa o rumo
com um vento assim!
(versão minha a partir da tradução espanhola de Francisco J. Uriz, reproduzida em Tres poetas noruegos, tradução e selecção de Francisco J. Uriz, Libros del Innombrable, Saragoça, 2002, p. 86).