Eu falo da profundidade da noite,
da escuridão abissal.
Se vieres a minha casa, amor,
traz-me luz.
E uma janela para que eu possa ver
a felicidade daquela rua repleta.
(Versão minha a partir da tradução castelhana de Nazanín Amirián, adaptada por Ferran Fernández e reproduzida em El viento nos llevará. Poesía persa contemporánea, Los Libros de la Frontera, 2ª edição, corrigida, Barcelona, 2006, p. 73).